Sobre as escolhas...
Não sei como é com vocês, mas, para mim, é sempre um grande problema fazer escolhas.
Eu as encaro como uma renúncia, porque a cada vez que optamos por algo, estamos renunciando outro algo, afinal, já dizia Charlie Brown Jr.: "cada escolha é uma renúncia, isso é a vida".
A questão é: do que eu quero abrir mão? Qual será a renúncia da vez?
Soverte de creme ou de chocolate? Preparar uma refeição ou comer biscoito com achocolatado? Tirar um cochilo ou estudar? Resolver as pendências necessárias ou deixar para quando estiver estrangulando o prazo?
Apesar de usar exemplos dos quais são muito óbvias quais seriam as escolhas mais tranquilas, eu, facilmente, conseguiria optar pela pior - eu nunca duvido da minha capacidade de fazer uma escolha ruim.
No ano de 2025 eu me encontrei em muitas situações bem complicadas, com escolhas delicadas que poderiam mudar todo o meu rumo profissional, social, emocional e por aí vai.
Mas, como eu falei antes: cada escolha é uma renúncia e é preciso saber exatamente do que você quer abrir mão naquele momento. No momento de fazer uma escolha, é preciso se erguntar: qual é a prioridade para você, ao ponto de conseguir abrir mão de uma outra coisa que você também quer?
Essa é a pergunta que precisa ser feita no momento de realizar uma escolha.
Nessa reta final de ano eu ainda tenho algumas escolhas para fazer, ou seja, eu ainda tenho algumas renúncias. Renúncias que envolvem o meu emocional e convívo social, renúncias que serão a base de construção do meu ano de 2026 e que têm me machucado de uma maneira tão desastrosa, porque eu não quero precisar abrir mão de nada, quero viver o que está para ser vivido.
No entanto, a certeza do desastre iminente que pode se desenrolar a partir da minha impulsividade de querer estar e viver o momento com a mente em frangalhos é o que tem me deixado com o pé atrás e uma decisão tomada.
Às vezes, você precisa renunciar algo para que não precise renunciar a você mesmo.
Então, se um dia você se encontrar em uma situação em que precisar fazer uma escolha, pense: isso vai custar custar a sua felicidade, a sua paz ou a você mesmo? Se a resposta for sim, então a renúncia não vale a pena.
Leve isso como lição para 2026 e pro resto da sua vida.


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